NESTA SEGUNDA FEIRA DIA 06/07/2026 PELA PLATAFORMA ZOOM.
Teremos a participação de pastores da Austrália - Portugal - EUA - Espanha - Japão - Brasil dentre outros.
Será uma abordagem bíblica, teológica e atual.
NESTA SEGUNDA FEIRA DIA 06/07/2026 PELA PLATAFORMA ZOOM.
Teremos a participação de pastores da Austrália - Portugal - EUA - Espanha - Japão - Brasil dentre outros.
Será uma abordagem bíblica, teológica e atual.
Todas as 3a feiras às 20h pela plataforma do ZOOM. Baixe o ZOOM na loja de aplicativos gratuitamente. Envie seu número de Whatsapp para 31 99196.7035 e no dia você receberá o link. Uns 5' antes entre na sala do Estudo.
Pr. Luiz Fernando R. de Souza
Quando falamos em comunhão com Deus e isso implica em intimidade sofremos um duro golpe, pois, a intimidade com Deus não se faz às pressas. Entendemos que para conhecermos a Deus bastam três momentos de oração. Café da manhã, almoço e jantar. Ficamos tão viciados nestes momentos que tudo se passa em menos de trinta segundos. Esses momentos nada significam senão nossa falência espiritual. Ninguém tem intimidade com outra pessoa fazendo o que fazemos em relação a Deus. Se todo o tempo dedicado às nossas famílias fosse o tempo dedicado a Deus, com toda certeza, não teríamos mais família.
O Senhor Jesus nos orienta a entrarmos em nossos aposentos de ali desfrutarmos da doce comunhão com o Pai. O ato de entrarmos em nossos lugares secretos simplesmente aponta para um distanciamento do ritmo frenético da vida e um adentrar consciente na intimidade do nosso maravilhoso Deus. O salmo dezesseis nos diz no versículo 11: “Far-me-ás ver a vereda da vida; na tua presença há fartura de alegrias; à tua mão direita há delícias perpetuamente”. Davi está nos mostrando o que ele vivia constantemente. Ele está nos dizendo que gozava as farturas de alegrias e as delicias de Deus, pois, elas estavam na intimidade dEle.
O profeta Jeremias escreveu aproximadamente 650 anos antes de Cristo: “Invoca-me, e responder-te-ei, e anunciar-te-ei coisas grandes e firmes que não sabes”. Também disse: “E buscar-me-eis, e me achareis, quando me buscardes com todo o vosso coração”.
A intimidade com Deus não é gerada por breves momentos de oração, mas através de tempo investido no estudo da Palavra, tempo investido em oração e na contemplação do Senhor. Deus fala conosco. Nossa intimidade com Deus não pode se constituir em um monólogo, mas em um dialogo. Deus disse que iria anunciar, revelar, proclamar coisas grandes e ocultas que não sabíamos. Os pastores vivem um sério dilema. Muitos acham que estudos teológicos são suficientes para a vida pastoral e eclesiástica. Estudar é algo fascinante e extremamente necessário, mas não é 100% do ministério. O academicismo sem piedade é um poço sem fundo. A fome do saber é inerente ao ser humano, mas esta fome desvinculada da piedade não é fonte de contentamento. Acredito que aquilo que Deus quer fazer em nós é muito superior àquilo que Ele pretender fazer através de nós. Somente entendermos um texto bíblico para pregarmos um sermão, nada acrescenta. Nós pastores precisamos entender o texto bíblico e nos alimentarmos dele primeiro, depois, através da oração, colocarmos Deus no sermão. Nós pastores precisamos ser orvalhados pela Graça de Deus em nossos aposentos secretos e depois trovejarmos nos púlpitos como boca de Deus. Existe uma máxima empregada para nós os pregadores: “Devemos afligir os que se sentem confortáveis e confortar os aflitos”. Nosso povo sente a diferença quando pregamos e mostramos a nossa intimidade com Deus.
A igreja se torna mundana quando perde sua intimidade com o Deus da Palavra e com a Palavra de Deus. Banaliza as verdades eternas e sacrifica os valores de Deus quando não mais cresce na graça e no conhecimento do Senhor Jesus Cristo.
Sem uma crescente intimidade com o Senhor nosso cristianismo não passará de religião morta e inoperante.
A INTIMIDADE COM DEUS NÃO SE FAZ ÀS PRESSAS.
Soli Deo Gloria
Pr. Luiz Fernando R. de Souza
Lam. 3:40-42 – 5:21 -
"Examinemos e provemos os nossos caminhos e
voltemos para Jeová. Elevemos o nosso coração com as nossas mãos a Deus nos
céus. Transgredimos e nos rebelamos, e tu não nos perdoaste." “Restaura-nos
a Ti, Senhor, para que sejamos restaurados; renova os nossos dias como
antigamente...”
Lamentações é um livro em forma de poesia. Nele o profeta
Jeremias descreve o cerco que Jerusalém sofreu da Babilônia.
Nestes dois versículos o profeta pede que o povo de
Israel examine profundamente seus caminhos ou modos de vida para um retorno a
Deus. Mesmo vivendo momentos de extrema angústia, o povo não se tocava que o
retorno a Deus seria sua libertação.
Jeremias, nesses versículos, faz um apelo para
que Israel retorne a Deus, uma admissão tácita de que eles de fato se afastaram
dele. Além disso, é necessário um retorno sincero e de coração. "Estender
as mãos não basta por si só" (Is.1:25 ).
Tem atitudes que embora seja despretensiosas, nos afastam
de Deus. Sofremos muito com o uso excessivo de telas. Nossa mente fica em
estado de entorpecimento, pois o excesso de tela libera uma alta dosagem de
dopamina (hormônio do prazer) que tem o mesmo efeito de uso constante de drogas
como Crack, anfetaminas etc. Outros comportamentos como o uso da pornografia
são escravizantes e isso nos afasta de Deus. Esse afastamento é a causa de perdermos
a comunhão e empobrecermos nossa vida cristã. Ficamos sem objetividade de vida
e parece que estamos em um vácuo existencial. Na realidade nosso estado diante
de Deus é de mortos.
No vers 21 do cap. 5 o profeta pede a intervenção de Deus.
Aqui há uma duplicidade de conversão, do homem para Deus e de Deus para o homem.
Calvino disse: “Este é agora o
argumento que o Profeta aborda quando diz: “Converte-nos, ó Jeová, e seremos
convertidos”; isto é, “Se tu, ó Jeová, te aprazes em nos reunir, a salvação já
nos é certa”. E ele não fala aqui de arrependimento. Há, de fato, uma dupla
conversão dos homens a Deus e uma dupla conversão de Deus aos homens. Há uma
conversão interior quando Deus nos regenera pelo seu próprio Espírito; e a
conversão em relação a nós mesmos é considerada o sentimento da verdadeira
religião, quando, depois de termos nos afastado dele, retornamos ao caminho
reto e a uma mente firme. Há também uma conversão exterior em relação a Deus,
isto é, quando ele acolhe os homens em seu favor, de modo que seu favor
paternal se torna evidente; mas a conversão interior dos homens a Deus ocorre
quando eles recuperam a vida e a alegria”.
"Renova
os nossos dias como antigamente" .
Ele deu, como sabemos, muitas e constantes provas do seu favor e
misericórdia. Como, então, a bondade de Deus havia sido tornada evidente por
tantas evidências, o Profeta agora diz: "Renova os nossos dias como antigamente", isto
é, "Restaura-nos àquela felicidade
que antes era um testemunho do teu favor paternal para com o teu povo".
Agora, então, compreendemos o significado das palavras do Profeta.
Mas é preciso notar que ele fundamenta sua esperança nos antigos
benefícios de Deus; pois, assim como Deus redimiu seu povo no passado, muitas
vezes auxiliou os miseráveis e derramou sobre eles, para a posteridade, uma
plenitude de bênçãos, o profeta se encoraja a nutrir uma boa esperança e sugere
também aos outros o mesmo fundamento de confiança. Vemos que Davi fazia isso
frequentemente; pois, sempre que mencionava antigos testemunhos do favor de
Deus para com seu povo, ele inferia que Deus estenderia a mesma bondade e
benevolência à posteridade.
Queridos irmãos, que examinemos e esquadrinhemos nosso caminhar,
modo de vida e contemos com as misericórdias do Senhor e Sua Graça para que nos
voltemos para Ele integralmente e ELE para nós para que vivamos o Seu pleno favor.
Citando as conclusões do seu relatório " Estado da Igreja 2025 ", produzido em conjunto com a Gloo , a Barna Church relata que a percentagem de pastores que sentiram vontade de abandonar os seus cargos tem apresentado um declínio constante desde 2022, atingindo os 24% em 2025.
“[Cerca de] 24% dos pastores protestantes seniores dos EUA dizem ter considerado seriamente deixar o ministério em tempo integral no último ano — um declínio em relação aos níveis máximos registrados durante o auge da era da pandemia”, observou a Barna em um novo relatório , citando dados de uma pesquisa de dezembro de 2025 com mais de 410 pastores protestantes seniores dos EUA.
“Embora ainda representem uma parcela substancial dos líderes, a diminuição sinaliza uma mudança significativa após vários anos marcados por intensa pressão profissional.”
Os entrevistados foram questionados: "Você considerou seriamente a possibilidade de abandonar o ministério em tempo integral no último ano?" Embora quase um quarto tenha respondido "sim" em dezembro de 2025, esse número representa uma queda significativa em relação ao pico de 42% registrado em março de 2022, quando 510 pastores foram entrevistados.
O estudo " Explorando o Impacto da Pandemia nas Congregações " , do Instituto Hartford para Pesquisa Religiosa, constatou que, no outono de 2023, mais da metade (53%) dos mais de 1.700 líderes religiosos entrevistados afirmaram ter considerado seriamente abandonar o ministério pastoral pelo menos uma vez desde 2020. Essa porcentagem foi significativamente maior do que os 37% de pastores que relataram, em 2021, terem tido pensamentos semelhantes desde 2020.
Cerca de 44% dos pastores também disseram ter considerado seriamente deixar suas congregações pelo menos uma vez desde 2020. Esse número é mais que o dobro dos 21% de pastores que relataram esse sentimento em 2021.
Os pesquisadores da Barna observam que, embora a proximidade com a pandemia tenha influenciado a forma como os pastores se sentiam em relação aos seus trabalhos, esse não foi o único fator que impulsionou a queda na proporção de pastores que cogitaram abandonar o cargo.
“À medida que as igrejas se estabilizam, muitos pastores relatam estar recalibrando suas expectativas — obtendo maior clareza sobre o que é sustentável e onde os limites são necessários. As congregações também estão redescobrindo ritmos de culto e comunidade que foram interrompidos por anos, reduzindo a constante sensação de liderança emergencial”, explicaram os pesquisadores da Barna.
Em 2022, pesquisadores da Barna descobriram que mais da metade dos pastores (56%) que consideraram abandonar o ministério em tempo integral no ano anterior disseram que “o imenso estresse do trabalho” foi um fator determinante para essa decisão. Além desses fatores estressantes gerais, dois em cada cinco pastores (43%) relataram sentir-se sozinhos e isolados, e cerca de 38% afirmaram que as “divisões políticas atuais” os fizeram pensar em desistir do púlpito.
Uma parcela igual de 29% dos pastores também disse que pensou em desistir porque não estava otimista em relação ao futuro de sua igreja; estava insatisfeito com o impacto do trabalho em sua família; ou tinha uma visão para a igreja que entrava em conflito com os objetivos da igreja. Outros 24% dos pastores disseram que consideraram desistir porque sua igreja estava em declínio constante.
Ao analisar suas descobertas recentes, os pesquisadores da Barna afirmaram que uma diminuição na proporção de pastores que sentem vontade de desistir não significa necessariamente que os desafios que enfrentam no ministério tenham sido resolvidos.
“Uma minoria significativa de líderes ainda se sente à beira do colapso, e os pastores mais jovens, em particular, continuam vulneráveis à síndrome de burnout. Mas essa mudança é importante”, observaram os pesquisadores.
“A estabilidade pastoral está intimamente ligada à saúde da congregação. Quando os pastores conseguem vislumbrar um futuro no ministério, as igrejas se beneficiam da continuidade, da confiança e da formação a longo prazo. Quando os líderes se afastam sob pressão prolongada, as congregações muitas vezes arcam com o custo — espiritual, relacional e organizacionalmente.”
NESTA SEGUNDA FEIRA DIA 06/07/2026 PELA PLATAFORMA ZOOM. Teremos a participação de pastores da Austrália - Portugal - EUA - Espanha - Japão ...