02 março 2016

NOSSO IRMÃO GILDO BARROS ESTÁ COM O SENHOR

Foto de Dudu Batera.

Coisa de quatro ou cinco dias atrás fomos surpreendidos com a notícia da enfermidade do nosso querido irmão Gildo Martins Barros. Todo o nosso grupo começou a orar por ele, mas submissos aos propósitos do Senhor. Era orar expressando o desejo de nosso coração mas com aceitação da soberania de Deus. Hoje, soubemos que ele faleceu, e amanhã pela manhã, das 8 às 11, estaremos no Cemitério Belo Vale, em Santa Luzia, expressando nosso amor à família. Gildo foi promovido e está agora em companhia do Senhor Jesus, a quem ele muito amou. Gildo veio da Bahia para BH para estudar. Ligou-se à Cajoba – Casa do Jovem Batista – e começou a participar da nossa União de Mocidade da IBF. Sempre atuante, foi um dos primeiros da nossa igreja que sabia tocar violão, e muito bem. Tornou-se figura obrigatória no período de louvor, tanto da mocidade quanto da igreja, acompanhado pelo Dervy Gomes no Teobaldo (contrabaixo artesanal), no bandolim pelo Hélio e no bongô pelo Eucir. Nossa mocidade era muito ativa no evangelismo, na oração, e nos intercâmbios com outras mocidades, e assídua nos cafezinhos de domingo, depois do culto da noite. Certa feita Gildo nos falou que seu irmão, Dilton, estava pensando em vir para Belo Horizonte, e pediu que orássemos pela conversão dele. E fomos orando. Um belo dia o Dilton apareceu por aqui. Naturalmente logo o convidamos para a “reunião do amigo”, que era evangelística e de estudo bíblico. Não me lembro se aconteceu na primeira vez que o Dilton foi, mas, se não foi na primeira, foi em uma das primeiras que ele se converteu. Sabem como é: solo adubado com oração e preparado pelo Senhor costuma mesmo frutificar. Dilton se converteu pra valer, e logo colocou seu violão – e ele era ainda melhor que o Gildo – a serviço do Senhor. Hoje é pastor, e isso já há alguns anos. Assim, Gildo foi um servo do Senhor atuante na igreja, evangelizador, intercessor, e muito ativo na Mocidade para Cristo. Deixa em todos nós uma saudade grande, e uma dor ainda maior na família, por quem estamos orando e confiando no Senhor para o único conforto que funciona numa hora dessas. Sabemos que o Consolador, o Espírito Santo, é o único que realmente pode consolar e confortar os corações, deixando depois aquela lembrança doce, agradável, agora sem o aguilhão da tristeza e da dor. 
Texto: Helio Vilela

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