24 dezembro 2012

EM JANEIRO ATUALIZAÇÕES SOMENTE VIA ASSINATURA

Prezado visitante do blog,
a partir de janeiro as atualizações das postagens serão feitas através de assinatura. Assim sendo, não mais serão disparados emails contendo chamadas das atualizações. Para assinar basta colocar seu email no baner RECEBA AS ATUALIZAÇÕES POR EMAIL. Você receberá um email pedindo confirmação. Click no link que aparecerá no email recebido e a partir deste momento toda atualização feita no blog será encaminhada automaticamente para seu email cadastrado.

Que o Senhor nosso Deus nos conceda um novo ano cheio de Sua maravilhosa Graça, Poder do seu Espírito e vida abundante para servirmos melhor.

Soli Deo Gloria

Pr. Luiz Fernando R. de Souza

03 dezembro 2012

ANIVERSÁRIO 80 ANOS PR. ROSIVALDO DE ARAÚJO

Pastor Rosivaldo Araújo é um dos pioneiros de Renovação Espiritual no Brasil. Juntamente com Pr. Rego do Nascimento, Enéas Tognini, Benjamim Maia, Ilton Quadros e outros grandes homens de Deus viveram momentos singulares na década de 60 no século passado. Pr. Rosivaldo marcou e marca a vida dos Batistas Nacionais pelo exemplo de fidelidade à Palavra e comprimosso com Cristo. Escreveu o hino Obra Santa que virou um ícone na renovação espiritual. Graças a Deus por completar mais um ano de vida. Que muitos pastores sigam seu exemplo e vivam para glória de Deus.

Dar Dinheiro na Igreja




Dar dinheiro na igreja tem sido uma prática cada vez mais questionada. Certamente em virtude dos abusos de lideranças religiosas de caráter duvidoso, e a suspeita de que os recursos destinados à causa acabam no bolso dos apóstolos, bispos e pastores, não são poucas as pessoas que se sentem desestimuladas à contribuição financeira. Outras tantas se sentem enganadas, e algumas o foram de fato. Há ainda os que preferem fazer o bem sem a intermediação institucional. Mas o fato é que as igrejas e suas respectivas ações de solidariedade vivem das ofertas financeiras de seus frequentadores e fiéis. Entre as instituições que mais recebem doações, as igrejas ocupam de longe o primeiro lugar na lista de valores arrecadados. Por que, então, as pessoas contribuem financeiramente nas igrejas?
Não são poucas as pessoas que tratam suas contribuições financeiras como investimento. Contribuem na perspectiva da negociação: dou 10% da minha renda e sou abençoado com 100% de retorno.  Tentar fazer negócios com Deus é um contra-senso, pois quem negocia sua doação está preocupado com o benefício próprio, doa por motivação egoísta, imaginando levar vantagem na transação. É fato que quem muito semeia, muito colhe. Mas essa não é a melhor motivação para a contribuição financeira na igreja.
Há quem contribua por obrigação. É verdade que a Bíblia ensina que a contribuição financeira é um dever de todo cristão.  A prática do dízimo, instituída no Antigo Testamento na relação de Deus com seu povo Israel foi referida por Jesus aos seus discípulos, que deveriam não apenas dar o dízimo, mas ir além, doando medida maior, excedendo em justiça. A medida maior era na verdade muito maior. Os religiosos doam 10%, os cristãos abrem mão de tudo, pois crêem que não apenas o dízimo pertence a Deus, mas todos os recursos e riquezas que têm em mãos pertencem a deus e estão apenas sob seus cuidados.
Alguns mais nobres doam por gratidão. Pensam, “estou recebendo tanto de Deus, que devo retribuir contribuindo de alguma maneira”. Nesse caso, correm o risco de doar apenas enquanto têm, ou apenas enquanto estão sendo abençoados. A gratidão é uma motivação legítima, mas ainda não é a melhor motivação para a contribuição financeira.
Existem também os que contribuem em razão de seu compromisso com a causa, com a visão, acreditam em uma instituição e querem por seu dinheiro em algo significativo. Muito bom. Devem continuar fazendo isso. Quem diz que acredita em alguma coisa, mas não mete a mão no bolso, no fundo, não acredita. Mas essa motivação está ainda aquém do espírito cristão. Aliás, não são apenas os cristãos que patrocinam o que acreditam.
Muitos são os que doam por compaixão. Não conseguem não se identificar com o sofrimento alheio, não conseguem viver de modo indiferente ao sofrimento alheio, sentem as dores do próximo como se fossem dores próprias. Seu coração se comove e suas mãos se apressam em serviço. A compaixão mobiliza, exige ação prática. Isso é cristão. Mas ainda não é suficiente.
Poucos contribuem por generosidade. Fazem o bem sem ver a quem. Doam porque não vivem para acumular ou entesourar para si mesmos. Não precisam ter muito. Não precisam ver alguém sofrendo, não perguntam se a causa é digna, não querem saber se o destinatário da doação é merecedor de ajuda. Eles doam porque doar faz parte do seu caráter. Simplesmente são generosos. Gente rara, mas existe. O relacionamento com Jesus gera esse tipo de gente.
Finalmente, há os que contribuem por piedade. Piedade, não no sentido de pena ou dó. Piedade como devoção, gesto de adoração, ato que visa apenas e tão somente manifestar a graça de Deus no mundo. Financiam causas, mantém instituições, ajudam pessoas, tratam suas posses como dádivas de Deus, e por isso  são gratos, e são generosos. Mas o dinheiro que doam aos outros, na verdade entregam nas mãos de Deus. Para essas pessoas, contribuir é adorar.

Fonte - Edrenekivitz

Soli Deo Gloria

Pr. Luiz Fernando R. de Souza

21 novembro 2012

O TEMOR DO SENHOR, ONDE ESTÁ?



Pela misericórdia e pela verdade se purifica a iniqüidade, e pelo temor do Senhor os homens se desviam do mal.” Prov. 16:6
Nunca em toda história da igreja temos visto os cristãos praticarem o cristianismo sem o Temor do Senhor como nesses dias. Presenciamos pecados entrando no seio das igrejas e estas se acomodando a um padrão mundano de comportamento. Vemos artistas que se dizem convertidos e trazem para dentro da igreja os mesmos estilos de musicas e danças que praticavam quando estavam servindo ao diabo. São músicas sensuais e mundanas que despertam os mais vis desejos nos cristãos. Vemos e ouvimos expressões que tentam colocar o locutor próximo de Deus, mas que no fundo traduzem seus estados de alma. É comum artistas se referirem a Deus como "o cara lá de cima", como se Deus fosse o cara que morasse ao lado e fosse bastante íntimo. Vejo os ambientes de culto serem desrespeitados por completo. Antes do início do culto falta termor e reverência. As pessoas conversam como se aquela hora de culto se comaparasse a uma visita a um mercado central. Disse o salmista" Cale-se diante Dele toda terra". Não é incomum as pessoas ao sairem de um culto perguntarem ao pastor se ele sabe o resultado do jogo de futebol que havia iniciadao às 18h, como se estivessem dizendo: Pastor o sermão não foi interessante e estava em outro lugar durante a pregação. Deixamos de levar Deus a sério quando não nos importamos com sua Palavra. Quanto a tratamos como algo de só menos importância. A grande verdade é que os cristãos em sua maioria não reverenciam a Bíblia e nem acham que seja a Palavra de Deus a ponto de levarem-na a sério o suficiente para se esforçar para obedece-la. Abandonamos o termor do Senhor quando brincamos ou usamos o nome de Deus em vão. Esquecemo-nos que o judeu não utilizava o nome de Deus (Yavé) no dia-a-dia por temor, dai usar Elohim, Adonai etc. Perdemos o temor do Senhor quando adentramos os ambientes de culto vestidos de qualquer maneira. Deveríamos nos perguntar: Entrarei diante de quem mesmo? Precisamos dar o nosso melhor para Deus até no nosso vestir e assim nos apresentarmos a Ele decentemente. Com isso  melhoramos o nível da nossa comunidade, seremos parâmetro para outros irmãos etc. Existem pregadores que possuem a boca pesada publicamente. Pregadores que chamam seus parceiros de ministério de otários, safados etc. como se fossem o exemplo a ser seguido. Esquecem-se que Paulo disse a Timóteo que este deveria ser exemplo dos fiéis na palavra. Palavra no texto de Timoteo não quer dizer Bíblia, mas linguajar diário. Tais pregadores são espertalhões e já deixaram o temor do Senhor de lado há muito tempo. 
O pecado tornou-se palavra bem vinda entre os cristãos. Fico pasmo quando ouço pessoas buscando serem abençoadas e suas vidas entregues a toda sorte de erros. Deus não mudou em Seu ser, pois, nEle não há sombra de variação. De tanto ouvirmos, vermos opiniões, filmes, novelas sobre assuntos abomináveis, concluímos que tudo deve ser como é. Esquecemo-nos que para os filhos de Deus o chamado é para santidade. Para Deus não vale 98% de santidade. Daí termos uma igreja fraca, mundana e sem o vigor do Espírito Santo. Agora virou moda nossas músicas expressarem os desejos carnais e sensuais da natureza humana, onde nossos pseudos adoradores convidam seus ouvintes a tirarem o pé do chão como se isso fosse algo fantástico. Estes pseudos adoradores não expressam mais seus desejos de adorarem ao Senhor na beleza da Sua santidade com hinos de louvor, mas se intitulam artista que estão trabalhando a faixa tal de seu último CD.
Temor do Senhor é levar Deus a sério. É fazer Sua obra do jeito que Ele ordenou e não copiarmos o mundo para parecermos mais aceitáveis. Nunca entendi direito o texto do Antigo Testamento que diz que Usá ao tocar a arca do concerto morreu quando os bois tropeçaram. Sempre achei muito duro da parte de Deus punir esse jovem por uma atitude, no mínimo, razoável. Mas ao estudar este texto percebi a gravidade do pecado de Usá. Davi havia copiado a maneira dos filisteus de transportar a arca. Eles fizeram uma carroça novinha e mandaram a arca para o deserto. Davi fez a mesma coisa. Mandou fazer uma carroça novinha e encaminhou a arca para Baal-Judá. Davi copiou o padrão do mundo. Davi havia esquecido que a arca não era para ser levada por carroça, mas pelos sacerdotes. Ninguém poderia tocar a arca em hipótese alguma. Quando Davi soube como a arca deveria ser transportada, ela o foi sem maiores problemas. Quando conhecemos e experimentamos uma profunda comunhão com Deus nossa visão sobre Ele muda radicalmente. A primeira sensação ou percepção que temos é de inadequação. Percebemo-nos inaptos diante de Deus. Vemo-nos pequenos diante da grandeza de Sua santidade. 
O temor do Senhor deve prevalecer em nossos corações e mentes. Precisamos urgentemente perceber que o Senhor é santo em sua essência. Que os tratos dEle conosco são santos. E que quando não o levamos a sério abrimos a porta para Ele nos corrigir à Sua maneira.

Soli Deo Gloria
Pr. Luiz Fernando Ramos de Souza

13 novembro 2012

RESISTINDO NO DIA MAU


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Ef. 6:13
Portanto tomai toda a armadura de Deus, para que possais resistir no dia mau e, havendo feito tudo, permanecer firmes”.



Nossa vida cristã é marcada não pela passividade, mas pela extrema combatividade. Muitos acham que depois que aceitaram a Cristo suas vidas deveriam entrar em um descanso sem fim. Isso só acontecerá na eternidade. Aqui somos confrontados todos os dias com terríveis lutas morais, espirituais, sem falar nas normais da vida. Somos assediados pelo mal para que possamos fraquejar.
Se cedermos, devemos lembrar que não somente atinge a nós, mas a nossa igreja e principalmente a Deus. Somos seus representantes e utilizamos ou falamos em Seu nome. No extremo individualismo reinante em nossos dias esquecemos que somos corpo e se uma parte ou membro enfraquece todo o corpo sente. Pecados individuais não ficam restritos aos seus praticantes. Eles interferem na vida da igreja e contamina fazendo perder sua vitalidade e poder. Precisamos lembrar que a vida cristã é descrita na bíblia como uma corrida de longa distãncia. Em Hebreus 12:1-4 descreve está corrida e o faz em termos de termos perseverança. Em nossa jornada da vida seremos assediados constantemente pelo pecado que tão de perto nos rodeia e pelas forças do mal que querem nos deter diante da grande obra colocada diante de nós. Tenho dito que o diabo não pode impedir que alguém seja salvo por Cristo, pois isto está circunscrito à soberania de Deus, mas pode tentar enfraqucer, desmotivar e desencorajar o cristão de servir a Deus com ousadia, dedicação e prazer. Cabe a cada um de nós desenvolvermos a salvação com temor e tremor e isto somos nós que fazemos conforme Fp. 2:12. O apóstolo Paulo nos encoraja a tomarmos toda armadura de Deus. Armadura que Deus nos concede, pois, nessa luta Ele não nos deixa desarmados. O ato de apropriação da armadura de Deus é nosso, pois ela se encontra totalmente disponível para todo cristão.
É revestirmos nossas vidas dos equipamentos dados por Deus para esta batalha tremenda em que nos encontramos. E o objetivo é para que possamos resistir no dia mau. Isso quer dizer que existem dias que são piores que outros. A vida, em si mesma, é muito dinâmica. Nunca se apresenta da mesma forma . A palavra chave é resistir. Resistir anda ombreado com perseverar. Perserverar é permanecer apesar de. No ano 79 A.D. Pompéia foi totalmente destruida pelo vulcão Vesúvio. Nas escavações posteriores encontraram bastante material para desvendar os mistérios daquela cidade. Entre os achados encontraram corpos totalmente carbonizados do jeito que estavam quando morreram. Dentre estes corpos encontraram o de um soldado em posição de permanencia. Ficará em seu posto e ali morrera. Um belo exemplo de resistir e permanecer. Muitos cristãos não sabem o que é resistir. A vida dá um espirro e muitos cristãos ficam com peneumonia. Não somente guerrear como excelente soldado de Cristo, mas resistir diante das árduas batalhas. Resistir significa ficar em pé, não fraquejar diante dos problemas. Somos chamados para resistir no Senhor e na força do Seu poder. Isso quer dizer que receberemos forças vindas de Deus para vencermos os inimigos de Deus, que são também nossos inimigos. Mas depois de havermos feito tudo, permanecermos firmes. Meu irmão que tremendo conselho. Somos chamados a fazermos tudo o que é correto, justo. Fazermos o necessário para a glória de Deus. Recebermos a benção do Pai. Vivermos a vida cristã de acordo com vocação do nosso chamado e depois disso tudo permanecermos firmes. Não adianta nada Deus nos abençoar e deixarmos essa benção escapar por entre nossos dedos. Depois de fazermos tudo, permanecer firmes. Fique firme na sua posição. Segure a benção de Deus. Satanás tentará tomar o que Deus lhe deu, mas fique firme. Essa é a promessa de Deus “Sujeitai-vos pois a Deus, resisti ao diabo, e ele fugirá de vós”. Tg. 4:7.

ALÉM DE CONQUISTAR, VAMOS OCUPAR OS ESPAÇOS.

Soli Deo Gloria

Pr. Luiz Fernando R. de Souza 

04 novembro 2012

APÓSTOLOS NO SEC. XXI, SÃO POSSÍVEIS? - PARTE- II


Santiago, apóstolo

Continuação

2 – Em II Cor. 12:12, Paulo apresenta as credencias do apostolado que são: “Sinais, prodígios e poderes miraculosos”. Não consigo ver ninguém com a mesma autoridade de Paulo e outros apóstolos no séc. XXI.
3 – Se alguém afirmar que seu apostolado não é igual ao dos primeiros apóstolos, pois, não detém autoridade de revelação final da parte de Deus, mas somente autoridade inspirativa, cai em erro crasso, pois, não encontro na Bíblia uma classe de sub apóstolos ou uma classe inferior de apostolado.
4 – Esse movimento apostólico atual consagra apóstolos à revelia. Querem criar uma rede de autoridade que só existe na cabeça de megalomaníacos. Alguém afirma: sou apóstolo do ministério de fulano de tal. Tal pessoa assume publicamente que ele é tudo menos o que diz ser. É mais provável que ele esteja assumindo sua ignorância bíblica e teológica.
5 – Particularmente, no meio Batista, não existem apóstolos. Quem afirma ser apóstolo e se diz batista nunca o foi e já apostatou dos fundamentos batistas. Reconhecemos e consagramos somente pastores. Creio que isso deveria bastar, pois, titulação não qualifica ninguém, nem torna ninguém mais importante diante de Deus. Essa busca por títulos somente expressa o vazio interior de quem não se encontrou no ministério pastoral. Tais pessoas alimentam a dúvida mortal se foram chamados ou não para o ministério. Querem um status que nunca alcançariam de outro modo a não ser por desvirtuamento bíblico e teológico. Querem ser vistos como pessoas especiais na sociedade e na obra de Deus. Não encontro na historia da igreja ninguém que se destacou com essa volúpia de ser apóstolo. Lembro-me de Charles Haddon Spurgeon, o príncipe dos pregados, estava feliz em ser pastor de ovelhas. Não reconheço tais títulos em nosso meio.

6 – Exemplos de apóstolos no sec. XXI. Citarei alguns para não cansar muito.

6.1 – Apóstolo René Terra Nova. Acredito ser um caso clinico fenomenal. O senso de megalomania é quase sem precedente. Ele afirmou, certa vez, que quem doasse R$ 10.000,00 receberia a unção de nobreza de Salomão. Então ser nobre custa R$ 10.000,00? Muito barato essa unção.
Agora aparece com um avião para seu ministério. Veja os dizeres do tal apóstolo:
O Senhor é testemunha que este avião não é para vaidade, mas para estimular que outros ministérios também tenham aviões e, juntos, possamos voar para as nações da terra, pregando o evangelho de Jesus. Assim, está estabelecido”. Fonte- Site oficial do apóstolo.
Veja outra pérola do dignitário apóstolo:
"Somos [sic] entre os quinhentos homens mais bem-sucedidos do Brasil que possuem um jato. A visão desatou novos líderes e milionários. Pastores e líderes que possuem casa, patrimônio, empresas e templos acima de milhões, o que fez ministérios e líderes milionários. Sabe por quê? Deixamos de ser tímidos, saímos dos decretos de morte e entramos no decreto de vida. Por isso, estamos ousando conquistar no sobrenatural”. Fonte: Hermes Hernandes - http://hermesfernandes.blogspot.com/ ACREDITO QUE ESSE APÓSTOLO TEM COMPLEXO DE ÍCARO. 

6.2 – Apóstola Valnice Milhomens. Afirmou publicamente que o Senhor Jesus voltaria em Setembro de 2007. Já se passaram cinco anos e nem ela mesma foi arrebatada. Erro elementar como esse não poderia pertencer ao repertório de um apóstolo, concordam? Há bem pouco tempo era uma defensora ardorosa do judaísmo dentro da igreja. Suas práticas eclesiásticas eram judaizantes. Músicas em hebraico, festas hebraicas etc. Esqueceu-se de Hebreus que afirma que a velha aliança era sombra da nova aliança. Que Cristo estabeleceu uma aliança superior através de seu sangue.
O ministério apostólico no século XXI é cheio de profecias mirabolantes. Entre os apóstolos da chamada coligação as profecias demoram meia hora, uma hora e assim vai. Só profetizam coisas a níveis globais. Apóstolos receberiam de Deus nações inteiras, meios de comunicações gigantescos, conquistariam os sete montes da sociedade etc. Como se a obra de Deus vivesse disso.
Fiz uma aliança com Deus: que Ele não me mande visões, nem sonhos, nem mesmo anjos. Estou satisfeito com o dom das Escrituras Sagradas, que me dão instrução abundante e tudo o que preciso conhecer tanto para esta vida quanto para o que há de vir”. Martinho Lutero. 
Por abandonarmos a simplicidade da Palavra de Deus damos de cara com essas coisas grotescas.
Segundo este modelo ministerial pastores que deveriam ser exemplos de humildade, singeleza, justiça, ética, modéstia e simplicidade tornam-se empresários de sucesso. Assim sendo, não possuem mais ovelhas e sim clientes e para clientes tudo deve ser feito para agradá-los. Quando começamos a agradar homens deixamos de ser profetas de Deus.
O meu povo foi destruído, porque lhe faltou o conhecimento; porque tu rejeitaste o conhecimento, também eu te rejeitarei, para que não sejas sacerdote diante de mim; e, visto que te esqueceste da lei do teu Deus, também eu me esquecerei de teus filhos”. Os. 4:6.

Precisamos nos humilhar diante de Deus. Precisamos nos arrepender de nossos pecados e clamarmos por misericórdia.

Uma reforma na igreja é urgente. Nosso melhor momento como igreja está passando.

Soli Deo Gloria

Pr. Luiz Fernando Ramos de Souza

29 outubro 2012

APÓSTOLOS NO SEC. XXI, SÃO POSSÍVEIS? I





Farei duas postagens sobre este tema
Entrou na igreja evangélica brasileira um modismo que não é novo. Algumas pessoas acham que descobriram a roda em pleno século XXI. As terminologias entraram e não foram questionadas, como se fossem verdades fundamentais da Palavra de Deus. O erro maior está em os líderes aceitarem sem questionar práticas e terminologias espúrias que são como ervas daninhas que aos poucos deturpam o evangelho. Quando líderes de expressão nacional aceitam chamar alguns de apóstolos, eles validam tal terminologia e aceitam como verdade aquilo que é errado e supérfluo. Tais líderes prestam um desserviço ao Reino de Deus. Dentre estas terminologias reinantes está a de apóstolos. Homens sem o mínimo necessário para desempenharem as funções pastorais, arrogam-se com títulos inócuos. Pessoas sem o menor preparo para a vida são apóstolos no século XXI. Precisamos lembrar que ser apóstolo hoje é impossível biblicamente. Mas antes de analisarmos biblicamente esse erro grotesco, vamos mergulhar um pouco na história recente da igreja. Tivemos em 1901 a chegada massiva do Movimento Pentecostal, que já vinha dando ar da sua graça a pelo menos 50 anos antes da virada do século XX. Em 1914, no início da 1ª guerra mundial, nasce a Assembléia de Deus nos Estados Unidos. Pessoas viveram experiências antes nunca vividas e a igreja ganha em dinamismo. Achava-se que isso era tudo o que tinha para acontecer dentro de séculos de cristianismo. Só que entre as décadas de 40 e 50 do século passado aparece um movimento que tenta restaurar a igreja. Esse movimento foi chamado de Chuva Serôdia. Para este movimento não bastava uma experiência ou revestimento com o Espírito santo nos moldes pentecostais, deveria haver uma restauração da Igreja para que houvesse um mover de Deus sobre a terra. Daí enfatizarem a necessidade da restauração dos dons de Ef. 4:11. Deveria haver restauração destes ministérios para que tudo fosse bem e viesse a chuva serôdia, a última chuva e depois o fim. Desse movimento surge na década de 70 outro chamado Discipulado. Na América Latina seu grande expoente foi o Pr. Juan Carlos Ortiz, da Argentina. Pastores, no Brasil, deixaram suas igrejas para entrar nesse movimento. Acriticamente entraram de cabeça nesse ensino e tentaram mudar a estrutura da igreja brasileira. Como sempre acontece a ação sem reflexão leva à paralisia da razão. Na Inglaterra esse movimento instaurou a consagração de apóstolos, seguindo indicação de Deus, segundo eles. Nos Estados Unidos um expoente desse movimento apostólico foi Peter Wagner, ex-professor do Seminário Fuller e com ele outros assumiram essa postura. Esse pequeno histórico nos aponta que o atual movimento apostólico é bem recente, em termos de história, e segue os mesmos pressupostos do movimento Chuva Serôdia, a saber, sem uma restauração da igreja ela não crescerá ou se imporá no mundo. Somente através dos apóstolos é que a igreja crescerá mais rapidamente. Somente através de ministérios apostólicos a unção de Deus estará presente e libertação acontecerá.
Creio que agora podemos analisar biblicamente este erro crasso que acontece na igreja contemporânea.
1 – Paulo aos Efésios descreve a construção da igreja. Enfatiza para os novos crentes que eles eram família de Deus e que pertenciam a um novo reino. Paulo usa a figura de um edifício para descrever a igreja e diz que o alicerce desse edifício são os apóstolos e profetas, tendo Cristo como a pedra angular.
Podemos tirar daqui nosso primeiro pressuposto. Apóstolos e profetas são alicerce e alicerce não se lança duas vezes. Uma vez colocado, todo o edifício é edificado sobre ele. Durante séculos Deus está construindo seu templo santo, a igreja e os fundamentos já foram lançados uma única vez. Termos apóstolos no sec. XXI é lançar o alicerce outra vez, o que seria impossível ou mesmo desnecessário. Ninguém lança os alicerces de um edifício uma vez e depois o repete no 5º andar. Poderíamos perguntar como a igreja é edificada sobre o fundamento de apóstolos e profetas? Ela é edificada quando, nós pastores e líderes, pregamos sobre o que os apóstolos e profetas escreveram. Estamos assim estamos edificando sobre o fundamento deles. Quando o Canon (livros inspirados) do Novo Testamento foi fechado nenhuma revelação tornou-se possível, pois, os apóstolos e profetas de Ef. 2:20 tinham autoridade de revelação final de Deus e já não existiam mais.
2 – O segundo pressuposto que podemos tirar daqui é que se existissem apóstolos no sec. XXI, com a mesma autoridade dos primeiros, então nossa Bíblia estaria ainda em construção/formação, pois, tais supostos apóstolos deteriam autoridade revelativa de Deus. Suas palavras deveriam ser gravadas e preservadas porque alguma delas Deus usaria para ser Canon para nós. A Bíblia ainda estaria sendo escrita, em formação. Isso seriam uma impossibilidade e um erro infantil. Em 2001 ocorreu em Belo Horizonte uma conferência profética onde apóstolos foram consagrados por outros supostos apóstolos. Não expresso aqui as palavras exatas, mas creio que não estou longe da verdade, pois, escrevo de memória. Na mesma conferência, a apóstola Valnice Milhomens afirmou que a idolatria entrou no Brasil quando os portugueses fincaram a cruz em terras brasileiras e realizaram a missa inicial. Em seguida o apóstolo Mike Shea afirmou que apesar dos portugueses terem trazido a igreja Católica para cá, ao fincarem a cruz em terras brasileiras o pais foi abençoado, pois, a cruz simbolizava o cristianismo. Fiquei a me perguntar: Como pode em uma mesma conferência profética uma apóstola afirmar coisas contraditórias em relação a outro apostolo que pertence à mesma coligação apostólica que a sua? Podemos concluir que esses supostos apóstolos do sec. XXI não existem.
A Bíblia descreve quais eram as características dos verdadeiros apóstolos.
1 – Segundo Atos 1:15-26 para se ser apóstolo deveria ser alguém que houvesse acompanhado o Senhor Jesus durante todo seu ministério. Em outras palavras, tinha de ser uma testemunha ocular da ressurreição de Cristo. Por isso Paulo explica amplamente em suas cartas porque era apóstolo. Paulo recebera uma revelação especial de Cristo, daí ele afirmar que ele era como um abortivo, fora do tempo. Paulo era questionado por não ter estado com Cristo, por isso, ele quase sempre inicia suas cartas com afirmativa: “Paulo apóstolo de Jesus Cristo...” Isso por si só anula toda pretensão da existência de apóstolos no sec. XXI. Nenhum dos apóstolos atuais andou com Jesus. O teólogo católico Hans Kung afirma categoricamente que é impossível estabelecer sucessão apostólica para o estabelecimento de outros apostolos ou bispos hoje em dia, como quer a igreja Católica Romana. Afirmação de um teólogo de dentro desta instituição, não é afirmação de um teólogo evangélico.
CONTINUA...
Soli Deo Gloria
Pr. Luiz Fernando R. de Souza

12 outubro 2012

ESTOU CANSADO - Bill Cosby

Descrição:
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 " I'm 74 and I'm tired. (Tenho 74 e estou cansado)

Tenho 74 anos e estou cansado. Exceto um breve período na década de 50, quando fiz o meu serviço militar, tenho trabalhado duro desde que eu tinha 17 anos. Trabalhava 50 horas por semana, e não caí doente em quase 40 anos. Tinha um salário razoável, mas não herdei o meu trabalho ou o meu rendimento. Eu trabalhei para chegar onde estou, e cheguei economizando muito, mas estou cansado, muito cansado.

Estou cansado de que me digam que eu tenho que "distribuir a riqueza" para as pessoas que não querem trabalhar e não têm a ética de trabalho. Estou cansado de ver que o governo fica com o dinheiro que eu ganho, pela força,se necessário, e o dá a vagabundos com preguiça para ganhá-lo.
 
Estou cansado de ler e ouvir que o Islamismo é uma "religião da paz", quando todos os dias eu leio dezenas de histórias de homens muçulmanos  a matar suas irmãs, esposas e filhas pela "honra" da sua família; de tumultos de muçulmanos sobre alguma ligeira infração; de muçulmanos a assassinar cristãos e judeus porque não são "crentes"; de muçulmanos queimando escolas para meninas; de muçulmanos apedrejando adolescentes, vítimas de estupro, até a morte, por "adultério"; de muçulmanos a mutilar o genital das meninas, tudo em nome de Alá, porque o Alcorão e a lei Sharia diz para eles o fazerem.
 
Estou cansado de que me digam que por "tolerância para com outras culturas" devemos deixar que Arábia Saudita e outros países árabes usem o dinheiro do petróleo para financiar mesquitas e escolas madrassas islâmicas, para pregar o ódio na Austrália, Nova Zelândia, Reino Unido, Estados Unidos e Canadá, enquanto que ninguém desses países está autorizado a fundar uma sinagoga, igreja ou escola religiosa na Arábia Saudita ou qualquer outro país árabe, para ensinar amor, tolerância e paz.
 
Estou cansado de que me digam para eu  baixar o meu padrão de vida para lutar contra o aquecimento global, o qual não me é permitido debater.
  
Estou cansado de que me digam que os toxicodependentes têm uma doença, e eu tenho que ajudar no seu tratamento e pagar pelos danos que fazem. Eles procuraram sua desgraça. Nenhum germe gigante os agarrou e encheu de pó branco seus narizes nojentos, ou à força injetou porcaria em suas veias esquerosas.

Estou cansado de ouvir ricos atletas, artistas e políticos de todas os partidos falarem sobre erros inocentes, erros estúpidos ou erros da juventude, quando todos sabemos que eles pensam que seus únicos erros foi serem apanhados. Estou cansado de pessoas sem  senso do direito, sejam elas ricas ou pobres.
 
Estou realmente cansado de pessoas que não assumem a responsabilidade por suas vidas e ações. Estou cansado de ouvi-las culpar o governo e a sociedade de discriminação pelos "seus problemas."
 
Também estou cansado e farto de ver homens e mulheres serem repositório de pregos, pinos e tatuagens de mau gosto, tornando-se assim pessoas não-empregáveis e, por isso, reivindicando dinheiro do governo (Dos impostos pagos por quem trabalha e produz).
 
Sim, estou muito cansado. Mas também estou feliz por ter 74, porque não vou ter de ver o Mundo que essas pessoas estão CRIANDO.
 
Mas estou triste
por minha neta e os seus filhos. Graças a Deus estou no caminho de saída e não no caminho de entrada.


email recebido do irmão Walter Brito.

SOLI DEO GLÓRIA

Pr. Luiz Fernando R. de Souza

13 setembro 2012

PASTORES DIVORCIADOS – CAMINHO SEM VOLTA - VERGONHA PARA IGREJA


Tenho observado com muita tristeza e indignação a nova tendência de pastores divorciarem por qualquer motivo e insistirem em permanecer nos púlpitos, igrejas e ministérios como se nada tivesse acontecido. Uma das características do ministério pastoral é o pastor ser marido de uma só mulher. Deus em sua santa Palavra se pronuncia contra o divórcio várias vezes e mesmo assim aqueles que deveriam dar exemplos de boa convivência familiar vivem o contrário daquilo que pregam e ensinam. Isso faz com que o ministério pastoral seja alvo de pessoas menos qualificadas, com passados conturbados e um presente angustiante tentando ancorar suas vidas derrotadas no porto do ministério pastoral. As igrejas, por sua vez, ao aceitarem tais comportamentos estão cedendo espaço para o mundanismo e mesmo acolhendo o pecado onde deveria haver santidade. Sei que ao abordar tal tema mexerei em caixa de marimbondo e desagradarei a muitos, mas como este comportamento está se tornando em exemplo para muitos jovens pastores, creio que algum contra ponto deva ser manifestado.
Por que o pastor não deve ser divorciado?
Quero ressaltar que escrevo sobre pastores que divorciaram porque cometeram adultério ou mesmo abandonaram seus lares para formarem outros sem base bíblica para tal. Outros casos de divórcio serão analisados em outro momento.
1.     Porque Deus não favorece o divórcio.
Lemos em Mal. 2:16 uma clara reprovação do Senhor. Isso deveria bastar para um cristão normal, muito mais para um que foi “chamado” por Deus. Deus em sua Palavra aponta para uma liderança sólida e esta solidez tem seu alcance na vida familiar. O plano de Deus é que os pastores sejam exemplos de vida familiar.
2.     Porque os pecados sexuais mancham o povo de Deus.
O pastor longe de manchar o povo de Deus deve cuidar dele com o amor de pai ou mãe. Esse é retrato claro que o apóstolo Paulo apresenta em I. Ts. 2:7; 11 “Antes fomos brandos entre vós, como a ama que cria seus filhos. Assim como bem sabeis de que modo vos exortávamos e consolávamos, a cada um de vós, como o pai a seus filhos”. Sendo o pastor um líder na igreja qual a melhor qualificação teria senão a liderança espiritual em sua própria família? Se quisermos conhecer um homem e sua liderança, se ele vive uma vida exemplar, se ele é coerente, se pode ensinar, exemplificar a verdade, conduzir as pessoas à salvação, à santidade e ao serviço de Deus, então observe os relacionamentos mais íntimos de sua vida e veja se ele consegue cumprir essas coisas. Observe sua vida familiar. Aí você tem a fonte de boas informações. Muitos homens trabalham duro na obra de Deus, mas não conseguem levar seus filhos a uma vida de piedade e temor ao Senhor. Tais homens não se qualificam para o ministério pastoral, pois o ministério pastoral é um processo de paternidade em que o pastor deve ser capaz de liderar seu povo tanto por meio de sua vida como através de seus preceitos e a igreja necessita de alguma indicação que isso ocorre com seus pastores e esta indicação é o lar.
Para a maioria dos homens a família é a arena em que se pode avaliar a liderança espiritual. Um pastor que destrói sua família através de pecado sexual está destruindo a si mesmo.
3.     Porque a moralidade sexual é o padrão para o ministério pastoral.
Na carta de Paulo a Tito está escrito: “Aquele que for irrepreensível, marido de uma mulher, que tenha filhos fiéis, que não possam ser acusados de dissolução nem são desobedientes”. Aqui vale destacar que no grego a expressão “marido de uma só mulher” quer dizer literalmente: “homem de uma só mulher”. Aqui está uma afirmativa paulina enfática e aguda. “homem de uma só mulher”, deve ser padrão para o ministério. Mas como preencher esta característica se o pastor caiu em adultério, divorciou-se e contraiu novo matrimônio? O pastor deve ser o primeiro a dar o exemplo de moralidade para sua congregação e isso com um testemunho robusto de uma vida familiar saudável. É incompatível imoralidade com ministério pastoral. Fica evidente que a capacidade de um homem em conduzir o próprio casamento e lar indica sua capacidade de administrar a igreja local (I. Tm. 3:4-5).
4.     Porque a imoralidade sexual desqualifica para o ministério pastoral.
A Bíblia ensina claramente que se alguém falha no campo da moralidade sexual está desqualificado de vez para o ministério pastoral. Com certeza, queremos que aqueles que caíram em pecado sexual sejam restaurados para o Senhor e a comunidade, mas as qualidades ou qualificações bíblicas exigidas de alguém que pregue a Palavra de Deus e seja identificado como pastor excluem dessa função em uma igreja que deseja agradar a Deus.
Muitos acham que se os pastores que caíram em pecado se arrependerem e pedirem perdão a Deus, tudo estará resolvido. Ledo engano. O perdão de Deus não traz de volta a qualificação ou as qualidades obrigatórias para o ministério pastoral. A primeira qualificação que Paulo aponta para aquele que deseja ser pastor é ser irrepreensível. Irrepreensível no grego é anengklêtos, literalmente o pastor não será reprovado, em outras palavras será “inculpável”, ou estará “livre de ressalvas”, “sem ter por onde pegar”. Logicamente irrepreensível não se refere a uma perfeição impecável, caso contrário nenhum homem estaria qualificado para o ofício, mas a um padrão elevado e maduro que implica em um exemplo coerente. É exigência de Deus que seu despenseiro viva de maneira santa, de tal forma que sua pregação nunca seja contraditória ao seu estilo de vida, que suas faltas nunca tragam vergonha ao ministério e sua conduta não mine a confiança do rebanho no ministério de Deus.
O apóstolo Paulo entendia perfeitamente a rudeza do ministério pastoral. Sabia que deveria se apresentar sempre qualificado para o ministério dai dizer: “Antes subjugo o meu corpo, e o reduzo à servidão, para que, pregando aos outros, eu mesmo não venha de alguma maneira a ficar reprovado”. I Cor. 9:27.
Deus não qualifica os não chamados e nem chama os nãos qualificados.
5.     Porque a imoralidade sexual do pastor leva a igreja a ser envergonhada.
Como a igreja pode ser padrão para o mundo se a começar por sua liderança a imoralidade é vivida e aceita como normal? Como falar de moral e apontar para um patamar superior se sua liderança já rolou ladeira abaixo? A igreja perde seu poder de salgar e iluminar quando sua liderança se tornar insípida e sem luz. O pastor é o cartão de visitas de uma igreja. Tal pastor, tal igreja. A estatura moral e intelectual de uma igreja nunca será maior que a de seu pastor. Uma igreja nunca excederá a estatura de seu pastor.  Um pastor que desonra uma igreja caindo em pecado sexual a está empurrando ladeira abaixo da vergonha. Esta igreja será desprezada pela comunidade na qual está inserida. Sua voz terá sido arrancada pelo pecado de seu pastor.
6.     Porque muitos membros da igreja seguirão o exemplo do seu pastor.
Muitos casamentos se sustentam porque vêm nos pastores exemplos a serem seguidos. Mas se a liderança rompe com sua família qual exemplo terão para seguir? Com qual moral pastores divorciados aconselharão casais em crise? Mas acho muito difícil que alguém que passe por uma crise conjugal busque aconselhamento com aquele que não conseguiu levar seu lar adiante.
Termino com uma palavra para os pastores.
·        Que tenhamos a firmeza de permanecermos fieis à nossas esposas diante dos apelos do mundo, da carne e do diabo.
·        Que diante das crises conjugais encontremos na oração, na Palavra e no dialogo os caminhos da reconstrução de nossos lares.
·        Que no embate da luta tenhamos um companheiro fiel e idôneo em que possamos confiar e partilhar nossos temores e dores.
·        Quando as ondas da vida tentarem afundar nossas famílias, que possamos falar com aquele que acalma o mar.
·        Que possamos esperar o agir do Senhor e não nos precipitarmos no caminho do divórcio.
·        Nem sempre nossa visão de uma situação corresponde à realidade. Não confiemos em nossos sentimentos, mas nos fiemos na Palavra.
·        Lembremo-nos que maior é Deus.
·        Voltem-nos para a Palavra que diz que: “Meus irmãos, tende grande gozo quando cairdes em várias tentações; Sabendo que a prova da vossa fé opera a paciência. Tenha, porém, a paciência a sua obra perfeita, para que sejais perfeitos e completos, sem faltar em coisa alguma”. Tg. 1:2-4
·        Que esteja claro para nós que o Senhor nosso Deus é soberano e tudo dirige e age para o nosso bem.

Soli Deo Gloria

Pr. Luiz Fernando R. de Souza