Posto este vídeo com minha participação do programa De Tudo um Pouco. O tema foi Intolerância Religiosa.
22 janeiro 2015
17 janeiro 2015


Já está disponível a 3a. edição do livro do livro OSSO DOS MEUS OSSOS/CARNE DA MINHA CARNE.
O livro aborda 04 temas: Como Melhorar a Comunicação no Casamento - Como Solucionar Conflitos no Lar - Como Vencer a Crise Financeira e Como Melhorar a Vida Sexual. Livro de leitura fácil e rápida com aplicação imediata dos princípios nele contidos. Creio que será uma ótima oportunidade de Crescimento.
O valor do livro é de R$ 27,00 já incluídas as despesas dos correiosPagamento pelo
16 dezembro 2014
"HOMOSSEXUALIDADE - FOBIA OU PRINCÍPIO"
Comunicado à imprensa: “Homossexualidade — Fobia ou Princípio”
Dr.
Myles Munroe
31 de agosto
de 2014
Com o pretexto de “Direitos Civis” e “Direitos
Humanos” a minoria LGBT decidiu “celebrar” publicamente a civilidade do estilo
de vida e preferência sexual que eles escolheram de forma bastante exclusiva.
Não tenho certeza qual é a missão ou metas deles nessa campanha, mas obviamente
eles têm recebido incentivo e motivação suficiente para tentar algo que 90% das
Bahamas e seu povo consideram inaceitáveis e viola suas convicções, posturas
morais e valores comuns.
Talvez
seja útil primeiro fazer uma pergunta simples, mas profunda: “É civilizado,
certo, racional, lógico e saudável promover uma causa, estilo de vida ou
prática de uma conduta que pode no final causar a extinção da raça humana? É
insanidade exigir a “celebração” de sua própria extinção.
Não tenho certeza acerca do papel que o governo,
líderes governamentais, ministérios do turismo ou outros partidos desempenharam
ou o incentivo, se é que houve, que eles podem ter fornecido para essa
manifestação social provocadora, mas acredito que isso deve ser tratado a
partir da perspectiva não de alguma posição religiosa, mas em vez disso a
partir da preocupação por nossa estrutura social muito frágil que é mantida
unida por valores e padrões morais que fornecem o sistema para uma sociedade
saudável nas Bahamas.
Há também uma preocupação com relação à assistência,
apoio e promoção dessas campanhas por parte de organizações internacionais e
indivíduos, inclusive agências de viagem e organizações de promoção do turismo.
Os cidadãos das Bahamas têm um direito legítimo de serem e expressarem suas
preocupações nesses assuntos.
Penso que é perigoso, impróprio, imaturo e insincero
acusar de ter fobia — ou medo — alguém que tem preocupações profundas com
tentativas de se impor, forçar ou estabelecer um conjunto de valores, padrões,
tendências morais ou estilo de vida que podem drasticamente mudar e de forma
muito real desestabilizar o alicerce de uma sociedade.
A bênção da fobia
Um
dos maiores mecanismos naturais da capacidade humana para sobrevivência e
segurança é o elemento do medo. Sem a capacidade de ter “medo” ou “pânico” a
espécie humana não consegue se proteger contra ameaças. A beleza do medo é que
é uma qualidade humana inerente que protege contra o perigo e extinção. A fobia
é inerentemente boa.
Homofobia: conceito errado e enganação
Não existe maior dano para a dignidade humana do que a
enganação. Em toda a história o poder da enganação arruinou milhões de vidas,
iniciou guerras mundiais e até mudou o clima das nações. Em nosso mundo
pós-moderno há uma enganação colossal invadindo a própria estrutura moral das
nações e desmantelando a própria essência da existência natural da humanidade.
Na verdade, essa enganação está ameaçando a extinção da humanidade. O que é
estupendo é que essa enganação não é nova, mas surgiu no contexto da existência
humana no planeta há muito tempo, cinco mil anos atrás. No entanto, apesar da
realidade de sua existência, historicamente sempre manteve seu lugar às margens
da grande sociedade.
Qual
é essa enganação? É a atração e relações anormais entre espécies humanas do
mesmo sexo ou gênero tentando normalizar o anormal sob o pretexto de ser
normal. Ainda que essa conduta anormal se disfarce de muitos rótulos,
geralmente é descrita como homossexualidade. A própria palavra incorpora sua
premissa básica e essa premissa é: é principalmente um impulso sexual. Os que
decidiram adotar, praticar, incentivar, se entregar e sucumbir às paixões desse
sexo e desejam honrar, promover e civilizar esse “estilo de vida” se tornaram,
na geração passada, mais agressivos, ao ponto de usarem violência em alguns
casos. Essa estratégia parece ser provocar medo, agressões psicológicas e
passar uma imagem de autocompaixão e abuso. Termos como fanático, crime de
ódio, mente fechada, conservador, anti-humano, anti-direitos civis, bullying, e
o mais comum, fobia, são usados para isolar a maioria dos seres humanos,
retratando-os como gente que não ama, insensíveis, impiedosos, odiadores de
seres humanos, sem compaixão e incivilizados.
Minha opinião é que essa acusação de “homo-fobia” é a
maior enganação de todas. Sua intenção é fazer com que os que são considerados
“normais” sintam culpa por serem normais. Essa enganação é injusta, desonesta e
perigosa. Seu efeito é fazer com que a maioria dos seres humanos se sinta
culpada por não aceitar, glorificar e honrar essa conduta humana “anormal.”
Tenho
certeza de que perguntarão: “O que é ‘anormal’ e quem define o que é
‘natural’?” É essencial compreender que o que é natural não pode e não precisa
ser definido. O natural é simplesmente o estado normal da criação que se
manifesta por sua essência natural. Em outras palavras, a natureza se define. O
que a natureza define é também o que é considerado “normal.” O normal é aquilo
que é o resultado do curso natural da vida como obras da natureza ou criação em
se sustentar. Portanto, a fonte do “natural” ou “normal” é a própria criação e
qualquer opinião emitida por um gênio humano não pode mudar o que é natural.
Talvez seja também importante observar que a palavra raiz
da qual derivamos nossa palavra moderna “Lei” é a palavra “norma.” A conclusão
óbvia é que toda a natureza é a fonte da lei natural e portanto define qual é a
referência para a criação de qualquer lei humana que tente interferir com a
própria natureza. É também importante
notar que qualquer lei feita pelos homens é ignorada pela natureza.
A sexualidade humana é um produto da criação natural e
se expressa como normal, não precisando pois de definição. Qualquer desvio do
natural é geralmente considerado como “anormal” ou “contrário à natureza.” Na
natureza sempre haverá exceções e essas devem ser reconhecidas como tais. Mas
mesmo as exceções precisam ser definidas de forma adequada, pois até na
natureza há uma reação natural inerente para proteger sua sobrevivência
minimizando o impacto da exceção. Todas as exceções na natureza são naturais e
não por escolha.
À luz dessa realidade natural, por que a
homossexualidade deveria ser considerada “contrária à natureza” e talvez
“anormal”? Talvez a resposta esteja na própria descrição da homossexualidade
como “um estilo de vida.” Ser heterossexual não é um estilo de vida, mas um
derivado natural da natureza e não por escolha. Estilos de vida são
“escolhidos” ou um resultado de “circunstâncias,” mas nunca um produto da
natureza. Podemos escolher estilos de
vida, mas nunca nossa natureza.
A
definição natural de “contrário à natureza” é aquilo que não é um produto da
própria natureza, e aquilo que não pode de forma natural se reproduzir na
criação. Talvez esse seja o maior desafio da grande enganação da
homossexualidade, o fato natural de que os membros do mesmo sexo podem se unir,
viver juntos, expressar intimidade e até ter profundo envolvimento emocional um
com o outro, mas a realidade é que eles nunca conseguirão, de modo natural, se
reproduzir conforme sua espécie. É esse fato, verdade e realidade que torna
esse estilo de vida “contrário à natureza.”
É essa verdade simples que transforma em desonestos e
enganadores os que desejam perpetrar esse “estilo de vida” anormal de
“orientação.” Não sou contra nem tentarei impedir nenhum ser humano que está
decidindo praticar um “estilo de vida” específico ou tem inclinação de seguir
certa conduta “anormal,” mas minha preocupação e argumentação é a tentativa
deles de impor essa decisão nos que pela natureza são considerados normais.
A mentira da homofobia
É divertido que quando a maioria dos seres humanos
responde e expressa sua discordância ou sua profunda preocupação sincera com a
tentativa dos que adotam e praticam esse estilo de vida de impor esse estilo de
vida humano “contrário à natureza” na sociedade, a resposta deles é
interpretada como fobia ou medo.
Se essa acusação fosse feita por indivíduos ignorantes
e desinformados talvez fosse motivo para dar risada, mas quando indivíduos
inteligentes fazem essa alegação de fobia para uma pessoa inteligente
responsável, temos de aceitar a ofensa em nível pessoal. Talvez o medo real
seja o que eu chamaria de “verdadefobia” ou “realidadefobia.” Será que os que desejam ser considerados
normais, aceitáveis, naturais e civilizados temem a verdade óbvia de que o que
eles estão afirmando, reivindicando, promovendo e defendendo com lutas é por
natureza anormal e contrário à natureza?
Entretanto, concordo com a acusação deles a partir de
uma perspectiva. Sim, tenho medo de todo
estilo de vida, orientação, preferência ou conduta que ameace a própria
sobrevivência da raça humana. Será que os homossexuais não guardam no
coração uma heterofobia que não ousam confessar? Os heterossexuais jamais tentam
se impor na sociedade nem precisam brigar para serem reconhecidos.
O sequestro dos movimentos de direitos civis
O estilo de vida da homossexualidade e todos os outros
nomes e rótulos que vieram a descrevê-lo, é tão antigo quanto o personagem
bíblico Abraão, e era praticado por membros de comunidades de sua época mais de
quatro mil anos atrás. Muitos na minoria homossexual que estão ainda envolvidos
nesse estilo de vida parecem agir como se fosse uma causa nova pela qual eles
nasceram para lutar. No começo da década de 1960 alguns indivíduos famosos da
sociedade começaram a sair do que chamavam “armário” para se exporem para a
comunidade maior como se para testar as águas. A reação da maioria da população
naquele tempo foi de resistência e incômodo que ainda existem hoje apesar de
afirmações ao contrário.
Essa resistência tem sido tão forte que aqueles que
estão envolvidos no estilo de vida LGBT mudaram sua estratégia para serem
aceitos pela sociedade. Antes, eles
reivindicavam seus direitos sociais se expondo e impondo. Agora, eles recorrem
à estratégia de fazer da questão homossexual uma questão de direitos civis.
É interessante notar que depois de mais de 4000 anos da existência registrada
desse estilo de vida e conduta contrária à natureza a resistência social ainda
existe e tenho certeza de que continuará, não importa como a tão chamada
sociedade tente disfarçá-la com trajes socialmente aceitáveis. A natureza nunca discordará de si mesma e
nenhum direito comum ou lei legislativa conseguirá mudar a lei natural.
Com grande desapontamento tenho estado na varanda da
história e observado com horror e choque o sequestro e estupro que vem sofrendo
o que vimos a conhecer como os movimentos de direitos civis. O que tornou tudo
isso mais angustiante foi ver muitos indivíduos que estavam ativamente
envolvidos nesses movimentos históricos de resistência abandonando o sacrifício
de muitos que morreram pelas causas nobres da dignidade humana pela maioria que
estava sendo abusada, para usar o sangue deles para cobrir as exigências de
minorias da sociedade para justificar e civilizar suas preferências egoístas
contra a natureza.
Já provei o impacto negativo da opressão civil de um
governo que desvalorizava a minha humanidade, mas isso acontecia não por causa
de um estilo de vida que eu havia escolhido, ou uma conduta que era por
orientação, ou uma disposição preferida, mas em vez disso uma realidade que era
“natural.” Eu era vítima por pigmentação inerente… Eu nasci negro e não tive
escolha no assunto. Nas Bahamas eu e minha família junto com a maioria da
população das Bahamas sofríamos discriminação, éramos desvalorizados como seres
humanos, éramos privados de direitos e oprimidos por um governo dominado por
uma minoria.
Tenho com toda a minha lógica buscado compreender, mas
ainda não consigo igualar a filosofia, ideologia ou propósito dos movimentos de
direitos civis com a agenda do movimento homossexual. Acho que a tentativa de igualar os movimentos históricos de direitos
civis com as reivindicações de direito para honrar, glorificar e aceitar como
normal a prática de um estilo de vida que pode extinguir a raça humana é
ilógica, desonesta e um abuso do sangue e sofrimento de prisão de muitos. É
um sequestro dos ganhos pagos com o sangue de homens e mulheres de honra por uma
conduta que não só é contra a natureza, mas também destrói a raça humana.
A opressão da maioria
O
princípio fundamental dos movimentos de direitos civis era a liberdade e
restauração da dignidade e valor da maioria de seres humanos oprimidos. A
realidade é que historicamente era geralmente a imposição dos valores,
preconceitos e ideologia desumana da minoria sobre a maioria que era o contexto
e fonte da opressão e desvalorização dos seres humanos. Dá para considerar o
contexto do atual movimento LGBT na mesma perspectiva, onde uma percentagem
pequena e um segmento minoritário da população estão tentando impor sua
ideologia, valores, moralidade e preferências sexuais pessoais contra a
natureza sobre as convicções, padrões e valores morais e culturais comuns da
maioria.
Talvez
dava para se considerar isso como o novo governo de opressão do século XXI.
Essa ideia parece ser ainda mais reforçada pela influência intrometida e
exigências de globalização, a ONU e outros órgãos e agências mundiais que agora
condicionaram sua oferta de assistência econômica nacional à conformidade
social e cultural nacional que adota concessões com base em valores e
moralidade.
A agenda dos meios de comunicação
O parceiro mais poderoso e perigoso da enganação é a
percepção. O mundo dos meios de comunicação é realmente sobre o negócio e
gerenciamento da percepção. Não dá para calcular o poder dos meios de
comunicação. Não devemos também calcular mal nem minimizar o impacto desse
poder para criar percepção. É por isso que em toda a história toda vez que
havia a necessidade de controlar o ambiente mental ou criar uma realidade
percebida, os meios de comunicação
sempre foram usados como ferramenta crucial para exportar, importar e
disseminar a enganação. Portanto, é importante que em nossa democracia
moderna a exigência de verdade, transparência e objetividade nos meios de
comunicação deva ser a principal preocupação de todos os cidadãos responsáveis.
Precisamos sempre estar vigilantes, como cidadãos que
pensam de forma civilizada, para tomar cuidado com a agenda e preconceito
coletivo dos meios de comunicação. Conforme já observei, em tempos recentes os meios de comunicação impressos e
eletrônicos, tanto nacionais quanto internacionais, parecem preocupados com
casos que promovam ou glorifiquem esse estilo de vida, favorecendo-o de forma
proeminente e destacando-o múltiplas vezes. Parece haver não só desequilíbrio
de opiniões e perspectivas, mas destaque especial. Tenho a esperança que
todos os meios de comunicação vão querer fazer um esforço para publicar também
as opiniões da maioria.
Chantagem intelectual e econômica
Parece
também haver um aumento no uso de chantagem econômica e política na área de manipulações
feitas por forças da minoria LGBT, que também inclui uma campanha difamatória
intencional, tratando a maioria como fanáticos, odiadores dos seres humanos,
intolerantes e intimidadores. Isso é uma deturpação desonesta e grave dos
fatos. Há também o abuso de afirmações infundadas feitas pela minoria com
relação a mudanças de tendências e atitudes para fomentar suas próprias
posições. Isso é inacreditável. Aliás, parecer haver uma praga colossal de
desonestidade intelectual, social, fisiológica e lógica. Não existe nenhuma
confirmação científica conclusiva que confirme que a minoria que pratica esse
estilo de vida, que sua condição é um assunto de biologia ou genética em vez de
uma conduta que se aprende por hábito e que se torna um estilo de vida que eles
preferem.
Vamos reiterar mais uma vez que a maioria da população
na maioria dos países em toda a história e em nossa sociedade contemporânea são
ignorantes com relação à existência de conduta anormal ou preferências anormais
do estilo de vida homossexual. Esse estilo de vida e conduta é realmente uma
velha estória com um truque ardiloso novo. O que a maioria não aprecia é a
desonestidade e enganação que são usadas por aqueles que desejam impor sua
vontade neles. Todo ser humano tem o direito de escolher seu estilo de vida
contra a natureza, mas não deve exigir que o aceitemos como natural. Eles são
livres para preferir qualquer orientação sexual anormal que desejarem, mas não
devem nem podem exigir que nós, a maioria, a honremos promovendo-a ou glorificando-a
como normal. Tudo o que a maioria quer é honestidade e a liberdade de expressar
nossas preocupações, opiniões e posturas sem sermos rotulados de ignorantes,
intolerantes, caipiras ou homofóbicos.
Traduzido
por Julio Severo do comunicado público à imprensa de Myles Munroe:
“Homosexuality – Phobia or Principle”
13 dezembro 2014
MAIS UMA DO "PASTOR CHEIRA BÍBLIA". ISSO É O QUE DÁ SÓ CHEIRAR AO INVÉS DE LER- Bizarroces gospel (112)
Vi esta matéria no blog Graça Pela do Pr. Joelson e a repliquei para nossa análise. Boa leitura.
MAIS UMA DO "PASTOR CHEIRA BÍBLIA". ISSO É O QUE DÁ SÓ CHEIRAR AO INVÉS DE LER- Bizarroces gospel (112)
Lamentavelmente escrevo esse texto sabendo que muitos vão aqui comentar coisas do tipo: “Ele faz isso, mas ganha muitas almas para Jesus, e você o que faz além de julgar?” ou “Ele fez o que de errado? Ora, deixem ele falar do Evangelho.” Daí você se pergunta, quem é ele e o que ele faz/fez. Ok, vou explicar.
O Pr. Lucinho Barreto, da Igreja Batista da Lagoinha pregou no último Sábado (06/12) um sermão intitulado “E agora, quem poderá me defender?” Até aí tudo bem... Sobre a pregação, a intenção era falar sobre depender de Deus. Ótimo! Só que o Lucinho chega no púlpito vestido de Chapolin Colorado (veja aqui) e é ovacionado por isso. Diante dos aplausos ele arremata o bordão do famoso personagem do recém falecido Roberto Bolaños: “Não contavam com minha astúcia!”
No púlpito, o Lucinho conta diversas piadinhas e até faz referência a uma música da funkeira Anita (Pre-pa-ra). Ele grita, se ajoelha, acena, assobia, gargalha... enfim, um típico showman. Seria muito bom para uma empresa tê-lo como palestrante motivacional. Talvez algum programa televisivo fizesse sucesso com um apresentador tão eletrizante quanto ele. Mas para ser um mensageiro bíblico, o Lucinho com a sua personalidade narcisista, está distante do que Deus requer para o ofício de ser porta-voz da Palavra revelada.
Em seu excelente livro, Supremacia de Deus na Pregação, o Pr. John Piper fala que o alvo da pregação deve ser a glória de Deus. Ou é isso, ou de nada vale pregar. A partir do momento que um pastor ou mensageiro da Palavra começa a desfocar desse alvo, deixando de manter a sobriedade, este deixou de glorificar ao seu Senhor e até passa a querer ser o centro das atenções. E muitos em nosso meio costumam associar sobriedade com frieza. Se um pastor conduzir os ouvintes a quietude, muitos acharão que a mensagem foi enfadonha, morosa, lúgubre, etc. Segundo Piper (pág 49), muitos pastores têm se deixado levar por tal pensamento e o resultado disso é:
O Pr. Lucinho Barreto, da Igreja Batista da Lagoinha pregou no último Sábado (06/12) um sermão intitulado “E agora, quem poderá me defender?” Até aí tudo bem... Sobre a pregação, a intenção era falar sobre depender de Deus. Ótimo! Só que o Lucinho chega no púlpito vestido de Chapolin Colorado (veja aqui) e é ovacionado por isso. Diante dos aplausos ele arremata o bordão do famoso personagem do recém falecido Roberto Bolaños: “Não contavam com minha astúcia!”
No púlpito, o Lucinho conta diversas piadinhas e até faz referência a uma música da funkeira Anita (Pre-pa-ra). Ele grita, se ajoelha, acena, assobia, gargalha... enfim, um típico showman. Seria muito bom para uma empresa tê-lo como palestrante motivacional. Talvez algum programa televisivo fizesse sucesso com um apresentador tão eletrizante quanto ele. Mas para ser um mensageiro bíblico, o Lucinho com a sua personalidade narcisista, está distante do que Deus requer para o ofício de ser porta-voz da Palavra revelada.
Em seu excelente livro, Supremacia de Deus na Pregação, o Pr. John Piper fala que o alvo da pregação deve ser a glória de Deus. Ou é isso, ou de nada vale pregar. A partir do momento que um pastor ou mensageiro da Palavra começa a desfocar desse alvo, deixando de manter a sobriedade, este deixou de glorificar ao seu Senhor e até passa a querer ser o centro das atenções. E muitos em nosso meio costumam associar sobriedade com frieza. Se um pastor conduzir os ouvintes a quietude, muitos acharão que a mensagem foi enfadonha, morosa, lúgubre, etc. Segundo Piper (pág 49), muitos pastores têm se deixado levar por tal pensamento e o resultado disso é:
“...uma atmosfera de pregação e um estilo de pregação contaminados com trivialidades, leviandade, negligência, irreverência e uma sensação generalizada de que nada de proporções eternas e infinitas está sendo feita ou dita aos domingos”.
Obviamente que o pregador não precisa ser engessado ou robótico. Ele deve ser vibrante, entusiasmado, afinal, é do Evangelho que ele fala. E não há nada mais vibrante do que o Evangelho, não é mesmo? Charles Spurgeon, um dos maiores evangelistas da história da Igreja tinha um humor peculiar. O pastor presbiteriano Augustus Nicodemus é, atualmente, um bom exemplo de alguém que faz o bom uso do humor e conta suas anedotas vez ou outra. No entanto, leviandade é diferente de bom humor. Lógico que uma risada é sadia e que a alegria é marca de todo o cristão satisfeito em Cristo Jesus. Mas para tudo existe limite. Transformar um sermão num roteiro de stand-up comedy não é uma ideia sensata. A pregação é a forma que Deus estabeleceu para falar aos pecadores e auxiliar na perseverança dos santos. Se as pregações virarem palhaçada, como alguém dará crédito a esta mensagem?
O próprio Lucinho é exemplo disso. Ele inventou de “cheirar a Bíblia” para dizer que os jovens precisam ser loucos por Jesus. Sua iniciativa, com perdão do termo, abobada, virou matéria de um programa de TV e o apresentador não aguentou e mandou que a matéria deixasse de ser exibida, ao vivo (veja aqui). Um incrédulo censurou o Lucinho, que para a repórter que o entrevistava, disse que fazia essas coisas para atrair os adolescentes, pois estes acham os assuntos sobre Deus (ou religião) muito chatos.
É justamente nesse afã de querer incrementar o Evangelho que as bizarrices começam a se proliferar. Como disse anteriormente, alegria é inerente do cristão e o apóstolo Paulo escrevendo aos filipenses fala muito sobre alegria (Fl 4.4). Porém, na mesma carta, Paulo chora por causa dos inimigos da cruz de Cristo (Fl 3.18). Ou seja: nem tudo são flores! Se o alvo da mensagem é a glória de Deus, e Ele é glorificado quando chamamos pecadores ao arrependimento, esta mensagem não pode ser trivial. Se vestir de Chapolin é algo tão despojado que fere o caráter sóbrio da pregação que diz “arrependei-vos e convertei-vos”. Não só a sobriedade como também a seriedade desta mensagem, pois a resposta a ela resultará em vida eterna ou morte eterna.
Em 2 Timóteo 4.3 lemos o seguinte “Pois haverá tempo em que não suportarão a sã doutrina; pelo contrário, cercar-se-ão de mestres segundo as suas próprias cobiças, como que sentindo coceira nos ouvidos”. Isso é um retrato do que estamos vivendo. Incomodados com a agressão que é a Palavra de Deus (ou você acha que uma espada que penetra na divisão das juntas e medulas não causa dor?), os homens de nosso tempo forjam um pseudo-evangelho que massageia o ego e diz tudo aquilo que queríamos ouvir, e não o que devemos ouvir. Spurgeon, certa feita disse que chegaria um dia em que no lugar dos pastores alimentando as ovelhas haveria palhaços entretendo os bodes. Ele estava muito certo.
O egocentrismo de pastores feito Lucinho e outros que para serem notados e ganharem fama nas redes sociais vestem coisas bizarras (veja aqui) e falam palavrões, são um câncer que vem destruindo a Igreja progressivamente. Aonde estão os homens que pregam a cruz? Aonde estão os pastores que não querem o aplauso dos homens? Aonde estão as pregações que falam que Deus lançará no inferno os pecadores resolutos?
Não desanime, ainda existem homens comprometidos com o Evangelho ao ponto de negarem o aplauso dos seus ouvintes. Duvida? Então, se não conhece, recomendo a você a assistir o vídeo dessa pregação aqui no Paul Washer. E para terminar, contarei uma anedota que não me lembro onde li ou ouvi, sobre o já citado Charles Spurgeon. Mas ela diz que numa certa conferência na Inglaterra vitoriana, alguns jovens ao verem o pastor do primeiro dia pregar ficaram maravilhados e diziam entre si: “Você viu aquele pregador? Nossa como ele prega bem. Que oratória. Que sermão!”. No segundo dia, Spurgeon foi o preletor e após a conclusão da sua mensagem os jovens, novamente admirados, falavam uns com os outros: “Você viu como Jesus é perfeito? Como Jesus é bom! Como Jesus é admirável! Quão lindo é Jesus”.
Que Deus nos presenteie com pastores segundo o Seu coração! Soli Deo Gloria!
Soli Deo Gloria
Pr. Luiz Fernando R. de Souza
__________________________
24 novembro 2014
10 outubro 2014
DISCÍPULO SEM MESTRE – SALVAÇÃO SEM SENHORIO
Se crer em Jesus Cristo
nos faz cristãos então isso é suficiente para termos os pecados perdoados e nos
conduzir para o céu. Mas porque a igreja não consegue expressar isso em seu
dia-a-dia? Creio que o que mais uma pessoa quer nesta vida é ter garantida sua
entrada na eternidade e viver para sempre com Deus e gozar nesta vida de todas
Suas benesses, viver tranquilamente. Evidentemente todos querem ser pessoas de
bem e serem conhecidas como tais, mas isso necessariamente não precisa passar
por Cristo. Qualquer indivíduo que possua uma família com bons princípios e
estruturada receberá esta gama de conceitos e valores para a vida.
Quem se preocupa com algo
mais na vida cristã se depara com algumas anomalias reinantes no meio
evangélico que são preocupantes, pois evidencia um discipulado sem mestre e uma
salvação sem senhorio. Por não se pregar mais sobre o Senhorio de Cristo, as
igrejas formam cristãos defeituosos e erráticos que nada mais são do que meros egoístas.
Querem receber tudo de Deus, mas não querem compromissos com Deus.
Nada nos ensinos bíblicos
apontam que você pode decidir simplesmente usufruir do perdão advindo de Jesus
sem manter com Ele um relacionamento transformador.
A. W. Tozer mostrou
claramente o que ocorre com a igreja quando disse: “uma sensação de que uma
heresia extraordinária se desenvolveu em todos os círculos cristãos – a ideia
amplamente aceita de que os seres humanos podem escolher aceitar a Cristo pelo
simples fato de precisarem dele como Salvador e de que têm direito de adiar a obediência
que devem a ele como Senhor pelo tempo que desejarem!” Ele diz mais: “a salvação sem obediência é algo
desconhecido nas Escrituras Sagradas”.
Estranhamente essa heresia
que Tozer aponta criou um tipo de cristão que somente extrai de Cristo aquilo
que precisa, mas nunca chega à intimidade com Ele. Não se importa tanto com as
demandas do evangelho em sua vida, mas de abocanhar os benefícios deste evangelho.
Isso é quase que exatamente os que pregam a Teologia da Prosperidade. Tais cristãos
se aproximam do Senhor Jesus pelo pão que perece, mas não querem aprender com
Ele. Tocam suas vidas independentemente daquele que os amou e se entregou na
cruz. É como se marcassem um encontro com Cristo somente para a eternidade e
que o aqui e agora ficasse por conta deles mesmos.
Esse tipo de fé e prática
de vida anula tudo o que Cristo é e ensinou. Não dá para aceitarmos somente o
perdão de pecados que Cristo oferece e deixarmos de lado todo seu ensinamento. Se
assim o fizermos nunca seremos cidadãos do Reino e nunca apreenderemos a ética
e os valores do Reino de Deus.
Sem a vida do Reino em nós
racionalizamos nosso pecado sem nos sentirmos constrangido com isso. Moralmente
os cristãos estão se igualando com os não cristãos. Pecam por escolha e acham
razão para isso, mesmo não desejando ser pecador. O descasamento entre as
demandas éticas do Reino e a prática de vida nos causam risos. Pessoas mentem,
mas negam peremptoriamente que são mentirosas. Disso advêm a insensibilidade em
que vivem muitos cristãos. Entram diante de Deus sem se aperceberem que o lugar
em que pisam é terra santa. Entretanto praticar o que Jesus ensina nos leva a
termos acesso aos recursos redentores de Deus que estão sempre disponíveis e
isso nos liberta da tirania do eu e nos faz discípulos do único mestre, Jesus
Cristo.
Quando vivemos o
discipulado proposto por Cristo temos nosso caráter transformado e nossos
pensamentos caminham na mesma direção. Ao aprendermos com Jesus nosso interior
é mudado e consequentemente nossas atitudes também. Não precisaremos viver uma
duplicidade de vida, pois toda nossa existência será transparente.
Finalmente para aqueles
que trilham o caminho da comunhão intima com Cristo recebem poder deste para
enfrentar os problemas advindos das variáveis da vida. Poder sobre humano que
capacita o homem alcançar equilíbrio diante de seus problemas e angústias. Cristo
oferece esse poder para aqueles que o amam e ai se cumpre o Ele disse em Jo.
14:21 “Aquele
que tem os meus mandamentos e os guarda esse é o que me ama; e aquele que me
ama será amado de meu Pai, e eu o amarei, e me manifestarei a ele”.
Sejamos discípulos com Mestre
e salvos debaixo do Senhorio de Cristo.
Soli Deo Gloria
Pr.
Luiz Fernando R. de Souza
11 setembro 2014
UMA FÉ VERDADEIRA

Para Um grande percentual de cristãos, Cristo
não é verdadeiro nem real e na maioria das vezes não passa de um ideal. Professam
uma experiência com Cristo, mas agem de maneira que não fosse. Mas a nossa real
posição somente pode ser manifestada através do modo como agimos e não pelo que
dizemos.
A única maneira de
provarmos nossa fé é por meio do compromisso que mantemos com ela. Nos dizeres
de A. W. Tozer: “Toda
fé que não se impõe sobre aquele que a detém, não é uma crença real é uma
pseudocrença”.
Quando a vida pede
comportamentos, em suas várias nuances, uma pseudocrença não se sustenta diante
de seus rigores, e mesmo Deus nos leva a circunstâncias onde nossa fé é
provada. Tiago, em sua carta, nos diz que a fé depois de ser provada gera paciência
e a paciência nos leva à perfeição e completude de vida. O termo utilizado por
Tiago para “prova da fé”, no grego, é o mesmo usado para purificação de metais,
dentre eles o ouro. O ouro quando purificado tem seu valor realçado.
É prática entre os cristãos
o acomodamento confortável diante da admissão das verdades do cristianismo, sem
contudo permitirem que essa fé professada se imponha sobre seus compromissos,
comportamentos e cosmovisão, ou seja, as implicações da fé, no dia-a-dia do
cristão, não atingem suas práxis de vida, assim sendo, os cristãos se tornam
teóricos da fé e não praticantes operosos da mesma. Via de regra arranjamos um lugar para Deus em nossos corações e mentes onde nos sentimos seguros de ter uma crença no transcendente, mas sem deixar este transcendente ditar as normas de nossas vidas, cumprindo-se aquilo que disse o Senhor Jesus: " E por que me chamais, Senhor, Senhor, e não fazeis o que eu digo?"
As implicações da fé em
Cristo devem atingir nossa cosmovisão, nossa ética profissional e pessoal,
nossas decisões, enfim, deve permear toda nossa existência. Agindo assim, com uma falsa fé, vivemos de tal modo que não dependemos mais do Senhor e não o incluímos em
nossas decisões. Planejamos tudo, formamos estratégias e depois de tudo feito,
oramos para que o Senhor abençoe. A fé não verdadeira sempre dá um jeito de não
incluir Deus ou sempre tem o plano B caso Deus falhe. Ao contrário, quando a fé
permeia nossas vidas, somente teremos uma saída e um caminho, não teremos
alternativas e o que passar disso é o caos. Os três companheiros de Daniel não
tinham um plano B quando foram confrontados pelo Rei de Babilônia e quando
estavam diante da grande decisão diante do Rei disseram: “Quanto a dobrar os joelhos
diante da estátua de ouro não temos nada a discutir, ou Deus nos livra ou
morreremos, mas não dobraremos diante da estátua”. A regra áurea é buscarmos em primeiro lugar o Reino de Deus.
A fé não verdadeira não
passa de crença verbal e o possuidor de tal fé se esforça para que não tenha de
depender de Deus em suas decisões e arranjos na vida. Duro será quando tivermos
nas fronteiras da vida e percebermos que não cultivamos uma fé verdadeira, para
nos sustentar diante das duras provas. A morte é o momento derradeiro e
nada poderá tomar o lugar da fé verdadeira nesta hora. Riquezas, sonhos,
cultura, poder, status etc. nada preencherá o vazio existencial deixado pela fé
não verdadeira.
Precisamos convidar e
permitir que o Senhor nosso Deus nos leve a céu aberto para desnudar nosso
falso modo de vida e nos capacitar em segurança quando mais nada restar. Pode ser
um amargo remédio, mas nos curará da falsa fé agora.
Paulo nos diz em II Tm.
1:5 “Trazendo à memória a fé não fingida
que em ti há”.
Soli Deo Gloria
Pr.
Luiz Fernando R. de Souza
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